domingo, 18 de novembro de 2007

Signo de Escorpião - Primavera / hemisfério sul

A Astrologia é linguagem simbólica.
Escorpião pertence ao elemento Água - Analogia com Marte e Plutão - Feminino, fixo.
Escorpião é o 8º signo do Zodíaco (de 22-23-24/out. a 21-22-23/nov.- dependendo da latitude e longitude de nascimento).
Características agradáveis ou desagradáveis deste signo:
Transformação. Magnetismo. Desejo. Poder. Vida e morte. Riquezas pessoais e públicas. Destruição. Regeneração. Renovação. Tenecidade. Bens comuns. Percepção aguçuda, extra-sensorial. Sexualidade. Paixão. Sede de imortalidade. Produtividade. Determinação. Realização. Engenhosidade. Energia. Extremismo emocional. Ira. Obsessão. Crueldade. Sangue frio. Vingança. Violência. Perversidade. Defesas. Gosto pelas mudanças e desafios. Destruição. Renovação. Hereditariedade. Inteligência aguda. Interioridade. Amor ao mistério. Fixação. Receios. Persistência. Obstinação. Tirania. Combate. Riquezas do solo. Pesquisas. Movimentos de massa. Capacidade de articulação e/ou cooperação em larga escala. Espiritualidade. Impenetrabilidade. Transcendência. Penetração. Maquinação. Intensidade. Força interior. Metamorfose. Ressurreição.

sábado, 17 de novembro de 2007

Flores do Bem

Que saudades do grande e sábio Luter King !

"O que mais me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem caráter, nem dos sem ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos Bons".
Martin Luther King

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Novembro

Vigorosa chuva
Contemplo a beleza das águas no verde da mata
Trovoadas em estrondos impõem respeito e temor
Vento rebelde espalha gotas em meu rosto silente
Da janela tenho a Vida, o infinito
Flamboyant aguarda novas folhagens
Mangueira florida suporta a potência das águas
Estendo meus braços na chuva
Seco as mãos na toalha que é o corpo
O céu está brigando com a acomodação terrestre
A natureza se rebela e se expande
A chuva se aquieta
O ar purifica o espaço sem tempo
Contemplo a formosura das gotas no verde da mata, pela minha janela.

Martha Pires Ferreira, 4/nov./2007