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domingo, 18 de junho de 2017

Teilhard de Chardin - Flores do Bem

Nas ondas de Teilhard de Chardin * – (1881-1955).

               Que matéria refinada é esta da apreensão sutil? Como surge no ponto nuclear da Vida, a intuição, o pensamento, a ternura, a doçura, a sensibilidade? Uma das minhas questões. Outra é a direção/meta do Ser. Ser – por-união, União criadora – diria Bergson.
 paleontólogo - na China.

          “E eis-nos diante da seguinte perspectiva física. A nossa volta e em nós, a Energia Humana, sustentada ela própria pela Energia Universal, contínua sempre na sua misteriosa progressão para estados superiores de pensamento e liberdade”. (...)
          “Donde emerge, finalmente, em nossa consciência humana do século vinte (escrito, 1937 – extratos, 1958 e obras completas, 1962, Ed. Seuil), pela primeira vez desde o despertar da Vida, sobre a Terra, o problema fundamental da Ação. Até aqui o Homem agia, sobretudo, instintivamente, no dia a dia, sem saber muito por que e nem por quem tralhava”. (...)
          “Para quem compreende (e todo mundo compreenderá) a posição e a significação da menor parcela de pensamento na Natureza o afazer fundamental se tornou o de assegurar, racionalmente, o progresso do mundo de que fazemos parte. – Não mais somente, como outrora, para a nossa pequena individualidade, nossa pequena família, nosso pequeno país – não mais somente até pela terra inteira – mas para a salvação e o sucesso do próprio Universo, como devemos nós, homens (e mulheres) de hoje, organizar para o melhor à nossa volta, a manutenção, a distribuição e o progresso da Energia Humana?”
          “Toda a questão está aí.”
* - Padre jesuíta, paleontólogo, teólogo (maravilhosa cosmovisão - união Ciência e Fé)
- Meu Universo e a Energia Humana / Edições Loyola,  SP, 1980.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

a LUZ brilha das Trevas

"a LUZ brilha das Trevas"
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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Da janela contemplo o mundo

Vista da janela, casa de meus pais, na poética Santa Teresa, da minha exuberante e rica juventude. Maneira de contemplar o  mundo.

Paisagem outra, da janela onde vivo neste mesmo bairro prazeroso, com esta minha idade avançada em belezas externas e internas, e, que o mundo tumultuado não pode invadir; eu me preservo.  Ah, não me alieno das coisas do mundo em eterno ajuste e reajuste, em especial no que diz respeito às questões de justiça e acolhimento humanitário e social. Não me permito omissões relativas ao bem comum. Sei dar meu tempo e sei meu espaço. Meu recanto de contemplação e interioridade são coisas sagradas. A vida flui no horizonte do relativo ao absoluto.
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